
vinte e oito do sete de dois mil de dezenove. essa madrugada, sonhei brevemente que estava tentando descobrir porque as coisas estavam balançando, quando fui acordado sendo perguntado se eu estava sentindo o leve terremoto que estava acontecendo. estava, ele até entrou no meu sonho, falei. voltei a dormir.
esse é o fim de tarde (18:30) de um dos primeiros dias de céu azul e sol forte desde que cheguei. o suor nas costas, enquanto pedalo, faz jus ao ar abafado e aos 30°C marcados no celular. não quero pensar que ainda ficará mais quente, que o verão está só começando.
margeamos o rio shinnaka (新中川) com destino a uma loja de departamento para vermos móveis para a casa. ela ainda está bem vazia. voltando, já a noite, pelo mesmo rio, crianças com os rostos iluminados, com estrelinha na mão. pedalo devagar. olhos atentos. me falaram que verei muito disso no verão. e matsuri (まつり). os festivais. passamos por dois. um bem pequeno, parecia ser apenas para as ruas próximas. e depois um maior, cheio de lanternas e uma feirinha. estou torcendo para que o calor, pior que o de recife, não cansam de me falar isso, não ganhe da curiosidade de descobrir esses pequenos eventos…
margeamos o rio shinnaka (新中川) com destino a uma loja de departamento para vermos móveis para a casa. ela ainda está bem vazia. voltando, já a noite, pelo mesmo rio, crianças com os rostos iluminados, com estrelinha na mão. pedalo devagar. olhos atentos. me falaram que verei muito disso no verão. e matsuri (まつり). os festivais. passamos por dois. um bem pequeno, parecia ser apenas para as ruas próximas. e depois um maior, cheio de lanternas e uma feirinha. estou torcendo para que o calor, pior que o de recife, não cansam de me falar isso, não ganhe da curiosidade de descobrir esses pequenos eventos…
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